Luiz Claudio Cunha mostra como o PiG(*) ajudou a dar o Golpe (em 1964)

O jornalista Luiz Claudio Cunha é autor do livro “Operação Condor: o sequestro dos uruguaios” – clique aqui para ler entrevista sobre o livro.

“Operação Condor” está em segunda edição.

Luiz Claudio testemunhou pessoalmente o sequestro, quando trabalhava para a revista Veja, em Porto Alegre.

( do site do Paulo Henrique Amorim em 31/janeiro/2010 11:29)

O homem quem apontou a arma para Luiz Claudio, na hora de sequestrar os uruguaios, o inspetor do DOPS João Augusto da Rosa, o Irno, da equipe do delegado Pedro Seelig, pede na Justiça uma indenização.

A audiência será no dia 4 de fevereiro e uma das três testemunhas de Luiz Claudio é a própria Lilian Celiberti, que, pela primeira vez em trinta anos, ficará cara a cara com o seu sequestrador.

O livro acaba de receber “menção especial” do Prêmio Literário Casa de las Américas, de Cuba, entre 436 concorrentes.

O grande prêmio saiu para Nélida Piñon, com o livro “Aprendiz de Homero”.

Outra menção foi a Leandro Konder, autor de “Memórias de um intelectual comunista”.

Recentemente, saiu a coletânea “A Ditadura da Segurança Nacional no Rio Grande do Sul (1964-1985): História e Memória”.

São quatro volumes, 40 autores, em coedição da Escola do Legislativo “Deputado Romildo Bolzan” e Departamento de História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, Porto Alegre, 2010.

O primeiro volume trata “Da Campanha da legalidade ao Golpe de 64”.

E, aí, Luiz Claudio Cunha fala do papel do PiG (*) no Golpe de 1964 e sobre como jornalistas e intelectuais participaram de organizações como o IPES/IBAD para manipular a opinião pública contra o presidente democraticamente eleito João Goulart.

Leia o ensaio de Luiz Claudio Cunha:

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