Evo Morales diz que Cuba é exemplo de direitos humanos

O presidente boliviano, Evo Morales, afirmou que Cuba é exemplo de direitos humanos e um exemplo disso é a colaboração incondicional que presta a outras nações nas esferas da saúde e a educação, entre outras.

Depois de participar em um ato para comemorar a realização de 500 mil operações de visão na Bolívia, como parte da Operação Milagre, o estadista se somou aos assinantes de um documento que circula em nome de intelectuais, acadêmicos, lutadores sociais, pensadores críticos e artistas da Rede Em Defesa da Humanidade, do qual é fundador.

Na nação sul-americana também assinaram esse texto o cineasta Jorge Sanjinés, os jornalistas e analistas Hugo Moldiz, Rafael Ponte e Alejandro Dausá, o representante do Partido Comunista Marcos Domich, e Reemberto Cárdenas, em nome do Movimento de Solidariedade com Cuba, entre outros profissionais.

Na declaração, se questiona a decisão do Parlamento Europeu e a campanha midiática orquestrada em Washington para desacreditar à Ilha, depois do recente lamentável falecimento de um recluso contrarrevolucionário.

Interrogado sobre o tema durante a recente visita à Bolívia do presidente uruguaio, José Mujica, o presidente Morales instou a perguntarem ao capitalismo e aos Estados Unidos sobre suas intervenções armadas e bases militares que são a causa de tantas mortes de inocentes e danos à Mãe Terra.

O documento Em Defesa de Cuba também assinala que o cerco econômico e midiático a que está sendo submetida essa nação caribenha, ainda antes da morte do preso comum Orlando Zapata, constitui um atentado contra os direitos humanos e políticos de um povo que decidiu fazer um caminho diferente.

Morales assinalou antes que, apesar de ser o país mais bloqueado por Washington, Cuba é o mais solidário do mundo.

Fonte: Prensa Latina / Vermelho

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