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Mostrando postagens de Setembro, 2010

Fracassa a Rebelião Espartaquista na Alemanha

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Em 5 de janeiro de 1919, uma grande manifestação de trabalhadores em Berlim toma de assalto prédios públicos e redações de jornais, percorrendo as ruas da cidade. Embora tenha começado espontaneamente, o levante recebe logo o apoio dos comunistas alemães, que ansiavam por uma revolução nos moldes bolcheviques, ficando para a História como a Revolta Espartaquista.

A Liga Espartaquista - alusão a Espártaco, líder da maior rebelião de escravos da Roma Antiga - era uma facção dissidente da social-democracia alemã que havia sido fundada em 1915 por Rosa Luxemburgo, Karl Liebknecht, Clara Zetkin e outros. O grupo já havia desempenhado um papel importante na revolução alemã de 1918. Menos de um mês antes da revolta, transformara-se oficialmente no Partido Comunista Alemão.

Ao se falar no Irã, a pedra tem dois lados

(tomei conhecimento por @raphauerj)
O ocidente, sob a batuta estadunidense, mostra “indignação seletiva”, segundo sociólogo.

O caso da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada a morte por adultério e por supostamente ter conspirado pelo assassinato de seu marido, tem se transformado em mais um instrumento de “demonização” do Estado iraniano por parte da mídia ocidental. As medievais execuções por apedrejamento no Irã ladrilham o caminho dos interesses estadunidenses de convencer a comunidade internacional da necessidade e da legitimidade de um ataque bélico ao país persa.

A ser observada sob dois ângulos, o mais evidente choca os olhos de quem vê. Desde a Revolução Iraniana, 109 pessoas morreram apedrejadas, segundo o Comitê Internacional contra Apedrejamento; por vezes as execuções ocorrem em segredo.