Postagens

Mostrando postagens de Março, 2014

Tamanho de manifestação não é Documento

(pequena reflexão)

Sim, me preocupa – por menor que tenha sido – a chamada “marcha pela família”. Me preocupa pelo sentido que ela tem e pelos objetivos que propõem. Já estive em manifestações com pouquíssimas pessoas para reivindicar! E nem por isso deixei de acreditar na legitimidade daquilo que estava fazendo. Poderiam me questionar: Mas era legitimo defato? Sim, eu e o pequeno grupo que exigia acreditávamos que sim! Eis o ponto. É assombroso que os tais “manifestantes” continuem a contribuir com a volta de tudo que é mais temido pela humanidade: os regimes totalitários fascistas! É compreensível ser oposição a um governo e discordar de suas ideias. Mas é aterrorizante quando dão as mãos à inquisição e a Hitler. Não dessa forma! Não é assim que se luta por um país e muito menos pelo seu povo!

Efrain Cucco

Leis da ditadura seguem em vigor após 29 anos de democratização

Imagem
Fonte: Correio do Brasil Quase três décadas após o fim da ditadura (1964-1985), o Brasil continua regido por uma série de leis, práticas e códigos criados pelos militares. São daquela época, por exemplo, as atuais estruturas tributária, administrativa e financeira do país. E mesmo após a Constituição de 1988 definir como pilares do Estado brasileiro a democracia e o respeito aos direitos humanos, seguem em vigor normas e práticas que, segundo especialistas, contrariam esses valores. É o caso, dizem eles, do Estatuto do Estrangeiro, que nega direitos políticos a estrangeiros que residam no país. Ou de um mecanismo que permite a tribunais anular decisões judiciais favoráveis a comunidades afetadas por grandes obras se as cortes avaliarem que as medidas põem em risco a economia nacional. Gilberto Bercovici, professor de direito econômico e economia política da Universidade de São Paulo (USP), diz que, em busca de refundar o país e valendo-se de medidas autoritárias, os militares redefini…

Relatório em Davos mostra que 85 pessoas detêm 46% da riqueza mundial

Imagem
Fonte: Correio do Brasil Apenas 85 pessoas no mundo detêm 46% de toda a riqueza produzida no planeta – mesmo percentual de metade da população – segundo um novo relatório, divulgado nesta segunda-feira no Fórum Econômico de Davos, na Suíça. O documento realça a incapacidade de políticos e líderes empresariais em deter o crescimento da desigualdade econômica. “Os resultados apresentados no estudo minam a democracia e tornam mais difícil a luta contra a pobreza”, afirmou o grupo humanitário britânico Oxfam International, que assina o relatório. – É impressionante que, em pleno Século XXI, metade da população mundial tenha apenas um pouco mais do que uma elite cujos números permitem tê-los, todos, sentados confortavelmente em um único vagão de um trem. Ampliando-se a desigualdade, cria-se um círculo vicioso no qual a riqueza e o poder concentram-se, cada vez mais, nas mãos de poucos, deixando o resto de nós a lutar por migalhas da mesa superior – disse Winnie Byanuima, diretora executiva…