Um repórter no olho do furacão
Por John Reed em 21/12/2010
Prefácio de Dez dias que abalaram o mundo, de John Reed, 495 pp., edição integral com apêndice do autor, Penguin/Companhia das Letras, São Paulo, 2010; título e intertítulos do OIdo site Observatório da Imprensa Este livro é um momento condensado da história — tal como a vi. Não pretende ser mais do que um relato detalhado da revolução de novembro, quando os bolcheviques, à frente dos trabalhadores e soldados, tomaram o poder na Rússia e o colocaram nas mãos dos sovietes.
Naturalmente, grande parte dele se refere à "Petrogrado Vermelha", capital do país e coração da insurreição. Mas o leitor deve levar em consideração que o que se passava em Petrogrado se reproduzia de modo quase idêntico, com maior ou menor intensidade, com diferentes intervalos de tempo, em toda a Rússia.
Prefácio de Dez dias que abalaram o mundo, de John Reed, 495 pp., edição integral com apêndice do autor, Penguin/Companhia das Letras, São Paulo, 2010; título e intertítulos do OIdo site Observatório da Imprensa Este livro é um momento condensado da história — tal como a vi. Não pretende ser mais do que um relato detalhado da revolução de novembro, quando os bolcheviques, à frente dos trabalhadores e soldados, tomaram o poder na Rússia e o colocaram nas mãos dos sovietes.
Naturalmente, grande parte dele se refere à "Petrogrado Vermelha", capital do país e coração da insurreição. Mas o leitor deve levar em consideração que o que se passava em Petrogrado se reproduzia de modo quase idêntico, com maior ou menor intensidade, com diferentes intervalos de tempo, em toda a Rússia.